Luanda tem um novo aparelho de ressonância magnética, que está instalado no Luanda Medical Center (LMC). Num investimento de 1,9 mil milhões de kwanzas, a máquina (Philips MR5300 1,5 Tesla), cuja apresentação decorreu esta terça-feira no LMC, reduz o tempo de exame de 60 para 30 minutos, permitindo, em última análise, “servir cinco vezes mais pessoas”.
Luanda tem um novo aparelho de ressonância magnética, que está instalado no Luanda Medical Center (LMC). Num investimento de 1,9 mil milhões de kwanzas, a máquina (Philips MR5300 1,5 Tesla), cuja apresentação decorreu esta terça-feira no LMC, reduz o tempo de exame de 60 para 30 minutos, permitindo, em última análise, “servir cinco vezes mais pessoas”.
“Este é um passo muito importante no acesso a exames que só podiam ser feitos no estrangeiro. Até agora, em Angola, não havia a possibilidade de fazer, por exemplo, uma ressonância magnética do crânio com espetroscopia de protões, que permite estudar certas patologias que alteram a bioquímica cerebral, como a doença de Alzheimer e a doença de Parkinson. O mesmo acontece, entre outros, com a ressonância magnética fetal, em que agora é possível aprofundar o estudo de gravidezes de alto risco para identificar problemas no sistema nervoso central de um feto”, disse Vera Fontes, diretora clínica do LMC, citada na nota.
De referir que para operar este aparelho, os profissionais da clínica foram formados “por um técnico da Philips especializado neste equipamento, permitindo ainda otimizar os protocolos de estudo, no que diz respeito a tempo e detalhe, para que os estudos realizados tenham a máxima qualidade, rapidez e conforto para os doentes” da LMC.